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"História Fantástica de António Portugal"


"DICIONÁRIO HFAP "

A

Abel Hespanha
Tipógrafo. Falsa identidade de António Portugal, no episódio do assassínio do dr. Miguel ( Miguel Bombarda?), para se desenredar de uma inoportuníssima investigação, nas vésperas da revolução republicana, e estando ele nela.

Abília - Abília fadista
Amor dos mais carnais e dos mais cantadamente desgarrados de António Portugal, ao longo dos anos 40.

"A Capital"
Um dos jornais da fase de formação do jovem António Portugal.

A.Cobre ( A. Ferro?)
Jornalista e escritor, entusiasta do futurismo e do modernismo e entrevistador de " O Sogro" ( Ver "Sogro, O")

Adesão à Europa - Cerimónia de Adesão - Assinatura do Tratado de Columbina
Episódio, digamos que jerónimo, da História Fantástica de António Portugal , no qual António Portugal toma, para ludibriar a "segurança" e um prior, a identidade de um jardineiro chamado Manuel Lino.

A. dos Reis - (Alves dos Reis?)
Episódio que coloca o financeiro criativo A. Reis, não atrás das barras de ferro de um presídio, mas na fundação de uma dinastia empresarial e financeira que, hoje, é muito capaz de estar por aí.

Afeganistão
Cenário hipotético da intervenção humanitário-militar na qual vemos envolvido, e indignadíssimo por causa das baixas colaterais, António Portugal (Cruzar com, pelo menos, Iraque e Jugoslávia ).

Afonso - Dr. Afonso (Costa?)
Segundo Mário Soares, apresentador da História Fantástica de António Portugal em Lisboa, este Dr. Afonso só pode ser Afonso Costa, chefe do Partido Democrático da 1ª República.

África
Um dos continentes onde é projectado, e dramaticamente, testemunhando um massacre, o protagonista da História Fantástica de António Portugal .(Ver Pedra Lume )

"A Internacional "
É o hino que António Portugal canta quando assalta o comboio onde segue o cardeal português D. Rafael a caminho de Roma, indo o purpurado na esperança-praticamente-certeza de que seria ele o próximo Papa.

Allen - dr. Allen
Presidente da Agremiação, digamos literária, ali para a Baixa lisboeta, de onde se seguiu, e se acelerou, a revolução de meados dos nossos anos 70, no sentido que convinha a António Portugal.

Alexandre Quintanilha - apresentador do romance no Porto
Foi o Prof. Alexandre Quintanilha a apresentar, no Porto, na Cooperativa Árvore, a História Fantástica de António Portugal . ( Ver Apresentações e Comentários)

Almirante Gag
Marinheiro voador que festeja, em looping, a abordagem do capitão Gavião e de António Portugal a um Zeppelin português, sobre o Atlântico, desfeiteando perante o mundo o dr. Oliveira.

Álvaro
Personagem que - na sequência do incidente que partiu um braço do Dr. Afonso, foi visto a entrar ( e rindo a propósito) na escada do prédio do comissionista e tradutor para-e-do inglês sr. Fernando.

Amaral, Prof.
( Ver Kardimer, Prof. e Carlos)

Amor
Páginas de um amor que se quer muito português estão na História Fantástica... ; António Portugal ama sucessivamente, e à maneira, Genciana, a Abília Fadista, a Custódia, a Niña, a Estela e não poucas outras.

Anarco-sindicalismo
Movimento ideológico e de acção política que, entre outros, se move, e também faz mover António Portugal, nesta História Fantástica... .

"Animatógrafo"
Nome de uma revista de cinema que "formou" o olhar de personagens e do autor da História Fantástica de António Portugal .

Anjo
Personagem voadora e testemunha do bárbaro assassínio do chefe oposicionista ao dr. Oliveira na fronteira entre Portugal e Espanha.

António Lopes Ribeiro
Um dos homens à manivela cinematográfica da Exposição do Mundo Português, e não só, que surgem na História Fantástica de António Portugal .

António Portugal
Protagonista, de olhos verde-rubros, dado a arranques de coragem, à insubmissão, ao gosto das mulheres, ao vagamundismo, etc., etc..

António Portugalete
Nome utilizado por António Portugal para lidar com o facto de estar no redondel da praça de touros de Badajoz, tomado como rojo pelos falangistas, e dali prestes a ser despachado na salva geral que se seguiu.

Areia, Dr.
Chefe do Governo monologuista e sindicante que sucedeu ao chefe do governo eng. Tâmara, a própria personificação do dialoguismo.

"Art Pórtchugol"
(Ver Sobrinho-neto )

Artur
Jornalista e antigo anarco-sindicalista, namorado de uma actriz que canta, do alto do seu descapotável " As rosas são as flores/Que aos amores/Tecem ninhos de desejos "; também é este Artur que - apesar de todo o antipodismo ideológico - reclamará, de um A. Cobre prestes a partir para Roma, para entrevistar "O Sogro", que faça libertar António Portugal, a ferros no Castelo de Sant`Angelo, por causa de um lance ferroviário.

Atentado - atentados
Vários são os atentados, e mais ainda as tentativas de os levar a cabo, na História Fantástica de António Portugal .

Atlântico
O mar de todos os destinos que, digamos, misturado no Tejo ou em estado puro, banha toda a História Fantástica de António Portugal .

Aventura
É quase todo o trajecto e são quase todos os lances da História Fantástica de António Portugal .

Avilez, Dr.
Secretário-geral de um expedito e um tanto atrabiliário jornal sito no Alto de Santa Catarina, no chamado "Verão tórrido" da revolução de meados dos nossos anos 70.

Aviões
Cruzam os céus da História Fantástica de António Portugal, desde o caça-bombardeiro Messerschmitt ME 410 que trouxe a Portugal o nazi português Bessa até à alegre avioneta do almirante Gag que festeja, com loopings, a tomada do Zeppelin pelos homens do capitão Gavião.

B

Badajoz
Cidade, neste livro presente, de forma explícita numa matança histórica durante a Guerra Civil de Espanha e, de forma, vamos, implícita, na teia fronteiriça que levou ao bárbaro assassínio do chefe oposicionista ao dr. Oliveira (Ver Anjo ).

Banda escrita
Aproximação entre a "aventura" da História Fantástica... e a "visualidade" e os "cortes" da banda desenhada.

Barcos
Enchem sempre os vários Tejos, desde o da infância de António Portugal, fiscalizam a fuga da família real via Ericeira, estão, sob o álibi da Aliança, de britânica sentinela à 1ª República, levam, como podem, à África, ao Brasil, ao Oriente, trocam as voltas nas Caraíbas. Produzem por vezes adornado, por vezes encapelado olhar. Estão simbolicamente na massa do sangue .

Basílio Teles
Agrário, que preside ao colectivo, maioritariamente integrado por historiadores literários, que julga, e logo condena, António Portugal.

Bessa, António
Germanófilo, locutor das emissões em português da Radiofunkonia nazi, tutelada pelo ministro Herman Himmel. Será wagnerianamente enviado ao Portugal oliveirista. Companheiro de António Portugal no hospício-prisão vocacionado para o preventivismo e tutelado cientificamente pelo Prof. Amaral Kardimer.

Boche
O/ os que, na Guerra de 14-18, dispara/m, da trincheira em frente, semeando morte e heroísmo do lado da cá.

Brasil
O país-mar que cola com o lado de lá do Atlântico, conforme se confirmará ao longo da História Fantástica de António Portugal .

Bravo
O Bravinho, ou "Pipi", ou "Riscólado", jogador do Clube de Futebol cuja ofuscantíssima Sala das Taças António Portugal tenta saquear, para dar um golpe no sistema oliveirista dos "Três Efes" (Ver Efes ).

Browning
O nome da arma com que muito se faz fogo, e mais se quer fazer, na História Fantástica de António Portugal .

 

C

Calçada da Estrela
A subida que esfalfa ambiciosos, justiceiros, ministros-a-dias, mensageiros, embaixadores, plenipotenciários, volframistas, agentes secretos encapados, etc.,, etc., ao longo da História Fantástica de António Portugal .

"Camioneta Fantasma"
Leva mortífera de chefes republicanos, um dos quais, de lunetas tristes e porte de oficial, é quase certamente da Marinha. ( Ver "Leva da Morte")

Campos
Amigo, parece, de um certo Álvaro de..., visto a entrar na escada do prédio do comissionista e tradutor de-e-para inglês sr. Fernando, rindo, e parece que a propósito do incidente no qual partiu um braço o dr. Afonso.

Canalha - "Fado Canalha"
O que também se canta, com lírica e depois também erótica canalhice, na História Fantástica... .

Capitão Silva
Chefe da DITA (Ver DITA ).

Cardeal - D. Rafael
Personagem purpurada prestes a ser a cereja branca do bolo oliveirista; alvo de um cinematográfico atentado de António Portugal; amigo de pontuais almoços do Dr. Oliveira, pela governanta deste confeccionados .

Carlos
(Ver Kardimer, Prof. e Amaral ).

Carlota Joaquina
Nome da delirante, centenaríssima, e num manicómio não se sabe se internada se refugiada, tia-avó do protagonista da História Fantástica de António Portugal .

Carro celular
O tipo de carro que, no início do Século XXI, se tornou o transporte público preventivamente português. Isto segundo a História Fantástica de António Portugal .

Castelo de Sant`Angelo
A velha prisão romana onde - muito depois da "Tosca", de Puccini - foi encerrado, após o atentado contra um Cardeal português quase-quase Papa, o protagonista da História Fantástica de António Portugal .

Chanceler
O cargo de quem manda uma wagneriana mensagem ao, sic , " Ministro Português Oliveira Doktor ". É, pelo menos, o que se narra na História Fantástica... .

Chefe do Governo
Monologuista -mor, quantificador impositivo.

Chefe do governo
Eng. Tâmara, dialoguista, sucedeu ao Chefe do Governo monologuista.

Chefe oposicionista
Chefe da oposição na fase final do oliveirismo, assassinado, queimado e enterrado junto da fronteira, conforme é testemunhado por um Anjo.

Ciano (?) - "O Genro"
Será Ciano que aparece, sob o nome de "Genro", perante um poderosíssimo "Sogro", num dos lances da História Fantástica de António Portugal?

"Cinéfilo"
Título de uma publicação que ilustra e cinematograficamente "forma" o olhar de personagens e figurantes da História Fantástica de António Portugal .

Cinema
Muito da construção e do ritmo cinematográfico estarão, segundo alguma crítica, na História Fantástica... .

Cláudia
Uma apenas elencada namorada de António Portugal.

Clélia
Outra meramente citada namorada de António Portugal.

Clube sem Fios
Rádio do ambiente do oliveirismo, especializada em música aligeirada e em guerras civis no rectângulo peninsular.

Comboios
São vários, nesta História Fantástica... Desde aquele que é suposto levar, de Lisboa, rumo a Roma/Vaticano, o futuro Papa português, até ao "Comboio dos Batoteiros", o último dos últimos a sair de Cascais, para encher, no Estoril, de "batoteiros". Coisa que, entre 39 e 45, coincidiu com duelos a tiro na noite do Tamariz.

Comte
Autor do Curso de Filosofia Positiva , um dos livros que alimentaram a formação do pai de António, Manoel de Portugal.

Conejo, Prof. A. L.
Historiador literário integrante do colectivo que julga, e logo condena, António Portugal.

Conferência Futurista
Episódio chiadesco, envolvendo um Fato-Macaco conferencista, um tal dr. Júlio e, claro, António Portugal.

Conselho de Ministros
Episódio hospitalar, fantomático e terminal do oliveirismo. Dele, António Portugal, que ia para raptar o Dr. Oliveira, sai, por levar chapéu e manta, Ministro dos Transcortes.

Coro "Delas"
Sendo elas as mais antigas profissionais, experientes dos males e angústias dos Homens, e que, assim, à uma, medem a submersão da Nação.

Coronel
Presidente (ou "Presidentíssimo") do Clube de futebol cuja Sala das Taças está para ser assaltada por António Portugal.

Coronel Conde
Militar da Wermacht. Personagem com uma pala num olho e uma nervosa pasta na mão que se cruza, por duas vezes, na Chancelaria, com Bessa, locutor das emissões em português da Rádio Berlim.

Couraçado inglês
Vaso de guerra que, de canhões apontados aos populares, fiscalizou a saída da Família Real através da praia dos pescadores da Ericeira.

Crato
Locutor do Clube Sem Fios, especializado em relatos apologéticos, desportivos ou não.

Criada do Sr. Dr.
Aquela que, tendo-se zangado o sr. Dr. com Deus, por Este haver permitido a desfeita da tomada do Zeppelin pelo capitão Gavião, tomou, de imediato, o partido do sr. Dr..

Custódia
Namorada de António Portugal, que outro possível livro tirará talvez a limpo.

 

D

Daniel
Irmão de Jorge.

Défroqué
É o que um leonino protagonista da cena política europeia, em diálogo com o Genro, chama ao Chefe de Portugal, Dr. Oliveira, segundo a História Fantástica de António Portugal .

Delírio de grandeza
Hipótese de diagnóstico psiquiátrico sobre o protagonista da História Fantástica... .

Diáconos
Grupo que acompanha o Cardeal D. Rafael na sua viagem ao Vaticano para participar no Conclavíssimo que escolherá o futuro Papa; um deles identifica o que está a cantar quem cavalga o comboio empunhando uma colossal marreta como "A Internacional"(!).

"Diário" das novidades
Órgão ambiental do Estado oliveirista.

Director
Impositivo responsável por um jornal diário sito no Alto de Santa Catarina, quando da Revolução de meados da década de 70.

Disfarces
São numerosas as identidades assumidas (ou atribuídas) a António Portugal: desde Abel Hespanha, tipógrafo ao general ultra Robles, passando por António Portugalete. Ao todo, vinte e nove. Diga-se que a DITA averbava 47 fichas diferentes dele. Acrescentemos os disfarces de circunstância: tendo sido o de camaroteiro de companhia ferroviária um dos mais acrobáticos.

DITA - Polícia Política - (PIDE?)
Nome em siglas da polícia política do oliveirismo.

Dom Quixote
Citação de Freud no quadro de um diagnóstico psiquiátrico sobre o protagonista da História Fantástica de António Portugal .

 

E

Eça, António
Locutor das emissões da BBC em português; antípoda funcional de Bessa, António, locutor das emissões da Rádio Berlim em português.

Efes
Procura-se no livro que estejam os três: o de fado, o de chuteira e o do sol dançante, em especial respectivamente nos episódios 30 ("Letra e Lençol"), 32 ("A Sala das Taças") e 9 ("O Sonho de Genciana").

Eléctrico
Elemento central num suposto atentado contra o Dr. Afonso sobre os carris da Avenida 24 de Julho.

Embaixador norte-americano
Ficcionalmente emergente na revolução de meados dos anos 70, que surge recebendo o Dr. Nobre (Ver Dr. Nobre ).

Embaixador inglês
Ficcionalmente emergente, quer numa festa mundano-diplomática do oliveirismo num castelo a meio do Tejo quer esperando, numa antecâmara atulhada de volframistas e espiões, que o Dr. Oliveira e D. Rafael terminem o seu almoço de pastéis de bacalhau, esculpidos com duas colheres de sopa, pela Criada Maria.

Enfermaria/s - Enfermarias-prisões
Cenário/s frequente/s da História Fantástica de António Portugal .

Ericeira
Uma das passagens da Fuga da Família Real, após o 5 de Outubro. Chegará António Portugal a tempo?...

Espiões
Personagens, um alemão, outro britânico (o primeiro, a cara chapada de Hans Albers, o segundo, a melancolia de Leslie Howard por uma pena), claro que durante a Segunda Guerra Mundial, da História Fantástica de António Portugal .

Esquierdo, Prof. Agostinho
Historiador literário que integra o colectivo que julga, e logo condena, António Portugal.

 Estátua
Tortura usada pela DITA, embora não a única, bem como monumento comemorativo ou de santidade ou de mata-moirismo ou de nacionalismo poético ( Episódio 27/ "As estátuas jacentes")

Estela
Outra namorada de António Portugal apenas elencada no livro.

Estoril
Palco de um duelo a tiro, entre espiões, durante a Segunda Guerra Mundial, da História Fantástica de António Portugal (Ver Espiões ).

Exposição do Mundo Português
Cenário, em 1940, de estafe nacional-historicista, montado ali para os lados dos Jerónimos, que marca um dos momentos mais alevantados do regime oliveirista; assim como palco de um desejado atentado político, concebido e a perpetrar pelo nosso António Portugal.

 

F

Fado
Canta-se bastante na História Fantástica de António Portugal: O "Riso e a Morte, o "Fado Caracolinho e o "Fado Canalha", de Linhares Barbosa.

Família Portugal
Oito gerações de quase sempre centenárias figuras que vão de uma ponta a outra da História desta Nação: o pai, Manoel, desde o vintismo; o avô, a tranche do Antigo Regime, o bisavô, a da Restauração; os Filipes "correspondem" a outra destas gerações; o açúcar e os escravos, a outra; a outra ainda, a passagem dos afonsinos à Casa de Aviz, e assim por aí dentro.

Fato-Macaco (Almada?)
Agitado, e assim trajado, conferencista futurista e anti-julista no Teatro República.

Fantomas
Personagem folhetinesco que sangrentamente se evoca, na talvez "Leva da Morte", na talvez "Camioneta Fantasma".

Fátima (?) - O sonho de Genciana (?)
Será este o local e será este o mito que o dito Sonho de Genciana evoca? Atenção à ironia de Uma das mães: vendo-nos de arriba.

Fernando, Sr.
Comissionista e tradutor de-e-para inglês, em cuja escada foi visto entrar, logo após o incidente que partiu um braço do dr. Afonso, um certo Álvaro de, que, a propósito, ria.

Figurantes
São muitos os figurantes que perpassam nas páginas deste livro: enfermeiros do Hospital Miguel Bombarda, populares no roldão no Regicídio, militares de lâminas desembainhadas, damas da corte fugitivas, pescadores da Ericeira, marinheiros e oficiais ingleses, lojistas, marujos portugueses, aguadeiros, raparigas, peixeiros, polícias, emigrantes, republicanos, socialistas, gente das maçonarias, evolucionistas, camachistas, sportsmen, padres, jornalistas, modernistas, futuristas, galuchos, boches, pastorinhos, peregrinos, burgueses, empresários, adidos militares, matadores, ardinas, futuristas, modernistas, fascistas, sabristas, pistoleiros, generais, diáconos, italianos, camisas negras, alemães, espiões, jogadores, republicanos espanhóis, guardas, guardias, franquistas, governadores civis, bispos, escritores franceses de direita, agentes da DITA, delegados da Gestapo, alunos da Faculdade de Medicina, médicos, trepanólogos, fadistas, tauromáquicos, pegadores, empresários nortistas, sopeiras, meninos, angolanos, soldados expedicionários, libertários centro e sul-americanos, gringos, prostitutas, ministros, criados de mesa, diplomatas, já empresários dos media , fotógrafos, políticos europeus, homens da segurança, actores, estrangeiros socorridos, nazis, psiquiatras, etc., etc..

Futebol
Desporto (crê-se que muito a propósito cultural-político) tratado na História Fantástica. (Ver Sala das Taças, A )

Futurismo
Escola, atitude, apologia da velocidade, anti-julismo, evocados na História Fantástica de António Portugal .

Freud
É citado, sobretudo na enfermaria-prisão de um hospício, e quando da visita do Prof. Kardimer, na História Fantástica de António Portugal . ( Ver Kardimer, Prof .)

Fuga da Família Real - Revolução do 5 de Outubro
Conjunto evocado na História Fantástica de António Portugal .

 

G

Gag
(Ver Almirante Gag).

Garofalo, Barão Rafael
Autor do Evangelho da Revolução , obra decisiva na formação de Manoel de Portugal, pai de António Portugal.

Gavião - Capitão Gavião - (Capitão Galvão?)
Oposicionista armado (aliás, ex-caçador africano), que, ao lado de António Portugal e chefiando uma tropa fandanga de libertários, se apodera de um Zeppelin português, desfeiteando assim o Dr. Oliveira.

Genciana
A grande paixão de António Portugal, porventura modelo do busto da República e modelo de um mestre pintor ligado à concepção da bandeira verde-rubra.

General - (Gomes da Costa?)
São vários os generais personagens da História Fantástica de António Portugal . O mais em evidência será aquele que aparentemente simboliza Gomes da Costa.

General Spaniel (General Spínola?)
Chefe, mais ou menos intercalado e convergido, embora episódico, da nossa revolução de meados dos anos 70.

Genro, O - Il Genero - (Ciano?)
Quem, despedido por "O Sogro", e seguido por um leão, recebe, no Palazzo Venezia, o jornalista futurista A. Cobre.

Germano - Dr. Germano
Assistente do "Homem das Mãos Atilhadas" (o primeiro Prémio Nobel Português: Prof. Egas Moniz ?).

Granato
"O Maior", jogador de futebol do Clube cuja Sala das Taças António Portugal tenta "político-culturalmente" saquear.

Guarda
Corporação armada de plantão ao Estado oliveirista.

Guardia
Armada corporação de plantão ao Estado geográfica e ideologicamente contíguo ao Estado oliveirista.

Guerra
Várias são as guerras (14-18, 39-45, a colonial, as recentes "pacificadoras" e as "preventivas") atravessadas pela História Fantástica de António Portugal .


H

Hans Albers
Actor alemão sósia de um personagem da História Fantástica de António Portugal .

Heidegger
Filósofo citado na História Fantástica de António Portugal .

Herman Himmel
Ministro da Radiofunkonia nazi, patrão do locutor Bessa, voz das emissões nazis em português.

História de Portugal / História Contemporânea de Portugal
O livro, já se disse que é uma viagem, claro que fantástica e muito selectiva, ao longo do século XX português. Importa, no entanto, flexibilizar esta possibilidade. Desde logo, nem começa em 1899 nem acaba em 1999. Da totalidade dos 58 episódios do livro, os primeiros 20 correspondem à 1ª República (incluindo um flasback sobre o Regicídio); do 21 ao 40 inclusive, ao oliveirismo; do 41 ao 58, à 3ª República, aquela que vamos levando por diante (envolvendo, porém, outro flasback, desdobrado nos episódios 53 e 54, evocando as relações entre o nazismo e a Lisboa oliveirista) . Em rigor, a ponta final do livro dobra já a esquina do século XXI.

História Fantástica
É, em princípio, a própria natureza desta História Fantástica . Porém, um dos seus apresentadores, o Prof. Homem de Carvalho, considera que o livro é, em rigor, mais simbólico do que fantástico ( Ver Apresentações ).

Hitler (?) -Chanceler
Será Hitler que aparece, apenas apresentado como Chanceler, num dos lances da História Fantástica de António Portugal ?

Homem dos dedos atilhados - ( Prof. Egas Moniz?)
O 1º Prémio Nobel português.

Honorato
O das cargas, o "Parede", o "Paredão", jogador de futebol do Clube cuja Sala das Taças António Portugal quer saquear, para atingir no simbólico o oliveirismo.

Hospital Miguel Bombarda
Um dos cenários - e logo dramaticamente inicial - da História Fantástica de António Portugal .

Hospitais
Onde começa e acaba - sendo o segundo um hospital-prisão, vocacionado para a prevenção - justamente este livro.

Humanitário
Sentimento alegado para algumas intervenções militares evocadas ou/e vividas (pelo menos, uma) na História Fantástica de António Portugal .

I

Identidades
( Ver Disfarces).

Iraque
Cenário hipotético de um dos lances guerreiros da História Fantástica de António Portugal .

Irmão, O
Representante de Espanha em Portugal durante o oliveirismo.

J

Jerónimos
Cenário de um dos lances da História Fantástica de António Portugal : o que António quer fazer para frustar a assinatura portuguesa do Tratado de Adesão à CE.

João
Porteiro filosófico de uma chiadesca Agremiação, digamos, literária.

John Stephenson & Company
Empresa nova-yorkina que - além de ter fornecido os primeiros "americanos" à Carris - produzira a caixa do eléctrico onde se dá o incidente do "disparo" no eléctrico no qual vertiginosamente seguia o dr. Afonso.

Jorge
Sócio (visível à distância pela sua cabeça de couve-flor) da Agremiação chiadesca da qual se acelerou a revolução de meados dos anos 70; irmão de Daniel; posteriormente, Jorge, condecorará o Dr. Allen (Ver Allen ).

Jornalista-menino (Mário Neves?)
Jornalista que terá denunciado ao Mundo o que foi depois conhecido como a chacina da praça de touros de Badajoz.

Judeus
Personagens encontrados na antecâmara do Dr. Oliveira.

Jugoslávia
Cenário hipotético de um lance humanitário-guerreiro da História Fantástica de António Portugal .

Júlio - Dr. Júlio -(Júlio Dantas?)
Personagem rigorosamente fictício de um lance futurista, portanto anti-académico, da História Fantástica de António Portugal .

K

Kardimer, Prof. Carlos Amaral
Psiquiatra-chefe que mediaticamente visita António Portugal na enfermaria de um hospital-prisão, tomando-o como exemplo acabado do Caso Presidente Wilson; erradamente, como se verá, embora não sem antes se saber qual o Caso.

Kerensky
Citação pós-abrilista a propósito de um personagem da História Fantástica de António Portugal

 

L

Leão
Animal simbólico-ornamental de plantão, porventura desde que narcotizado, a um protagonista político da Europa dos Anos 30 e 40, conforme a História Fantástica de António Portugal .

Lector - dr. Lector
Membro da Agremiação - vamos, literária esta, e sita na Baixa lisboeta - que se propõe sinuosamente intermediar entre a revolução e o Chefe do Governo em deposição. Só que...

Leitão de Barros
Jornalista, cronista, cineasta. Citado no episódio passado na Exposição do Mundo Português de 1940, conforme a História Fantástica de António Portugal .

Leslie Howard
Parecença flagrante de um espião britânico da Linha do Estoril, conforme a História Fantástica de António Portugal .

"Leva da Morte"
Aprisionamento e matança de chefes republicanos, um dos quais de porte militar, quase decerto de vocação marítima ( Ver "Camioneta Fantasma).

Lídia
Outra namorada de António Portugal que a narrativa apenas menciona.

Lisboa
Cidade-cenário-painel mais frequente na História Fantástica de António Portugal . (Ver, por exemplo, o episódio 6 / "O torto pé direito" e o episódio 31/"Os pijamas radiouvintes").

Livro de aventuras
Nessa classificação e nesse, espera-se, prazer de leitura, se poderá, segundo alguns, inserir a História Fantástica de António Portugal .

Lopes Ribeiro
(Ver António Lopes Ribeiro ).

M

Mãe
Da mãe, herdou António Portugal o verde dos olhos, sendo verde o campo, tal como o mar quando o mar está parado; como o campo está sempre, porque o trabalho é onde está, e eles nele; é o que tem a terra.

Maçonaria
Está presente, na mentalidade e na acção, em vários lances da História Fantástica de António Portugal .

Malagrida
Locutor da Rádio Nacional, especializado em relatos entusiásticos, alguns desportivos.

Mana Perliquitete
A última das "Manas" do mesmo nome, figura da Lisboa da infância-juventude de António Portugal.

Manoel Portugal
Personagem de História Fantástica de António Portugal , pai do protagonista, socialista, operário gráfico.

Manuelino
Estilo-cenário de um dos lances da História Fantástica de António Portugal .

Manuel Lino
Uma das identidades simuladas pelo protagonista do romance para alcançar o seu intento que seria, na circunstância, boicotar o embarque de Portugal na CE.

Mário Soares - apresentador do livro em Lisboa
Foi Mário Soares o apresentador, em Lisboa, e logo no Hospital Miguel Bombarda!, da História Fantástica de António Portugal . Também foi ele que disse: " O dr. Nobre sou eu!..." ( Ver Nobre)

Marquês de Pombal
Estátua com que o protagonista, sob a tortura com o mesmo nome, que lhe está sendo imposta pela DITA, debaixo da tutela da Gestapo, sonha,

Massacre
Lance africano da História Fantástica de António Portugal .

Médico
Profissão de vários personagens, especialmente psiquiatras, da História Fantástica...

Mediterrâneo
Mar mítico, cultural e político, que se avista, olhando, não apenas para trás, mas para dentro, da História Fantástica de António Portugal .

Mestre (Columbano?)
Pintor, que toma Genciana, e depois o próprio António Portugal, como modelos.

Miguel - D. Miguel
Estátua com que o protagonista, submetido à tortura também estatuária, sonha, na História Fantástica de António Portugal .

Dr. Miguel (Miguel Bombarda)
Alienista cujo assassínio muito decisivamente abre a História Fantástica de António Portugal .

Ministro
Aliás, dos Trasnscortes . Cargo que muito breve, enganada e hospitalarmente, ocupa o protagonista da História Fantástica de António Portugal .

Ministro de Itália (em Lisboa)
Interlocutor do dr. Oliveira, quando este lhe prova, por A+B, que o Papa a eleger só podia ser um Português!

Monarquia
Regime dentro do qual se inicia, e contra o qual se inicia, a História Fantástica de António Portugal .

Morte - "Riso e Morte"
Fado cantado num dos lances da História Fantástica de António Portugal .

"Mundo Gráfico"
Revista aliadófila citada na História Fantástica. ...

Mussolini (?) - ( O Sogro)
( Ver "O Sogro")

 

N

Narcisismo
Hipótese de diagnóstico produzido a propósito do protagonista da História Fantástica de António Portugal .

Niña
Namorada de António Portugal, talvez oriunda das Caraíbas, ou por aí achada.

Nobre - Dr. Nobre (Mário Soares?)
Mário Soares, na apresentação do livro no Hospital Miguel Bombarda, disse: " O dr. Nobre sou eu!..." O autor, que naturalmente estava ao lado, não confirmou mas sorriu. (Ver o texto de Mário Soares em Apresentações e Comentários).

 

O

Ocidente
Mapa cultural e político que um dos seus campeões, o Dr. Oliveira, teria, afinal, alegadamente traído, conforme o singular nazi lusitano que neste livro aparece.

Oliveira - Dr. Oliveira
Personagem temido da História Fantástica de António Portugal . Embora, confirmando-se algumas das por comentadores aventadas identificações, não só.

Oliveirismo
Nome que envolve as ideias, a prática, as instituições e a iconografia do regime criado e assumido pelo Dr. Oliveira.

O. Marques
Ruidoso elemento do público durante o breve julgamento de António Portugal.

Onírico - onirismo
Mundo e teoria evocados na História Fantástica de António Portugal .

"O Pai"
No caso, não Manoel de Portugal, pai de António Portugal. Mas, mais provavelmente, Jeová. E, assim sendo, sincreticamente, todos os "plenos" pelo menos dos monoteísmos.

"O Paiz"
Jornal também da fase de formação de António Portugal quando jovem.

O Triângulo (com um Olho dentro)
Representação óbvia do Supremo Arquitecto.

P

Paganismo
O que representaria um chanceler germânico, na opinião de dois antigos compinchas de Coimbra que partilhavam pastéis de bacalhau, conforme a História Fantástica de António Portugal .

Pai Cândido
Um negro de lata e pé descalço, conhecido pela Lisboa da infância e juventude de António Portugal.

Palazzo Venezia
Cenário dos episódios 23 e 24, nos quais A. Cobre se encontra com "O Sogro" (Mussolini?), "O Genro" (Ciano?) e o leão (anestesiado?).

Palestina
Hipotético cenário de um lance guerreiro-humanitário da História Fantástica de António Portugal .

Papa
O alevantado cargo que um Cardeal português ambicionava rumo ao Consistório eleitoral, segundo a História Fantástica de António Portugal .

Pastéis de Bacalhau
Oferta de um Chefe do Governo português a um chanceler germânico, segundo a História Fantástica de António Portugal .

Patriarca
D. Rafael, Cardeal. Personagem recorrente da História Fantástica de António Portugal .

Pedra Lume, A
Local africano que aos brandos costumes coube; lugar onde ocorre um massacre que saiu todo de uns paus que os soldados chamejavam; resultando que por ali todos os africanos ficaram exemplarmente empilhados e arrumados.

Pedro IV
Estátua que o protagonista, submetido à tortura do mesmo nome nos calabouços da DITA, e estando a Gestapo na sala ao lado, a controlar tudo didaticamente, sonhou ser, na História Fantástica de António Portugal .

Pessoa
Amigo de um certo Álvaro de que foi visto a entrar no prédio da escada de um sr. Fernando, comissionista este, e tradutor de-e-para inglês; parecendo que esse Álvaro ia a rir do incidente no qual partiu um braço o chefe democrático dr. Afonso.

Picaresco
Estilo e atitude presentes, segundo alguma crítica, em pedaços da narrativa e em alguns personagens da História Fantástica de António Portugal .

Polícia política
Dita a DITA, na História Fantástica...

Portugal
Cenário óbvio de todo o livro, entendendo-se por Portugal, não apenas a nossa barriga mas também os nossos olhos.

Portugal - Os Portugal - A Família Portugal
O apelido-família de que mais se fala História Fantástica de António Portugal .

Prémio Nobel
Decisivo num dos lances cerimoniais e cirúrgicos da História Fantástica de António Portugal : quando, a culminar a operação a António Portugal, um delegação sueca se apresenta.

Presidente-Rei
Aquele por quem (e para quem) algumas varandas femininas de Lisboa gritavam em coro: SI-SI, DÓ-DÓ, NI-NI, Ó-Ó!

Presidente Wilson
Personagem e caso-diagnóstico, descrito pelo Prof. Amaral Kardimer, na História Fantástica de António Portugal .

Preta Fernanda
Figura típica da Lisboa dos anos dez/vinte. Personagem indubitavelmente mais futurista do que académica da História Fantástica de António Portugal .

Primeira Guerra Mundial
Cenário de lances da História Fantástica de António Portugal .

Prior
Renitente Prior dos Jerónimos; desconfiado perante o suposto jardineiro Manuel Lino que era, afinal, de avental e tesoura, António Portugal.

Prisão
Claro que malha nela com os ossos o nosso António Portugal, por tempo indefinido, porventura intercalado, fervendo porrada da grossa por parte da DITA, logo após o aperitivo da "estátua", numa circunstância com a Gestapo na sala ao lado. Malhará, depois, já entrado o século 21, no hospício-prisão, preventivamente primeiro, "pós-preventivamente" depois.

Professor Barbas
Professor republicaníssimo, via Revolução Francesa, que tenta doutrinar o General ( Gomes da Costa ?) que o para-oliveirismo despachará rapidamente para um arquipélago.

Prof. Carlos Amaral Kardimer
Multimediático e interactivo Professor-chefe do Hospício-prisão central, de vocação preventiva.

Psicastenia
Hipótese de diagnóstico psiquiátrico sobre o protagonista da História Fantástica de António Portugal .

Psiquiatria
Disciplina e prática recorrentes na História Fantástica de António Portugal .

 

 

R

Rádio
Aparece representada no livro através da Rádio Nacional e do Clube sem Fios, bem como da Rádio Berlim.

Rádio Berlim
Local de trabalho de um dos personagens da História Fantástica de António Portugal .

Rádio Nacional
Emissora do Estado oliveirista.

Rafael - D. Rafael - Cardeal
O purpurado mais eminente do oliveirismo. Falha o Papado por uma unha negra.

Rainha
Rainha que, na dor da morte do marido Rei e de um filho Príncipe, desfere sobre o regicida um grande ramo de flores.

Rapto - Rapto de Columbina
Alegoria da Adesão de Portugal à Comunidade Europeia, segundo a História Fantástica de António Portugal .

Rei da Madureza
Figura típica da Lisboa da infância e juventude de António Portugal; o Rei da Madureza fazia sermões no Bairro Alto, insultava a polícia, ia preso e defendia-se em verso no tribunal.

Regicídio
O mais recuado dos episódios da História Fantástica de António Portugal .

República
Uma opção do protagonista da História Fantástica de António Portugal .

"Republicano, O"
Figura simbólica de teatro de revista, em confronto com "O Socialista" e "O Sindicalista".

Revolução
Aspiração e combate recorrentes na História Fantástica de António Portugal.

Rilhafoles
Nome popularmente muito persistente do Hospital Miguel Bombarda , onde começa, e talvez acabe, a História Fantástica de António Portugal .

Riso - Fado "Riso e Morte"
Fado cantado na História Fantástica de António Portugal .

Robles - General Robles
Um militar ultra. Errónea identificação policial (mais precisamente, da DITA) de alguém que entrava no Hospital da Vermelha Cruz, afinal António Portugal, e com o propósito de raptar o Dr. Oliveira.

Roma
Cenário de um leonino encontro de um protagonista da Europa dos anos 30 e 40 com um jornalista futurista-modernista português, de acordo com a História Fantástica de António Portugal .

Romance
É a estrutura, espera-se que o alcance, da História Fantástica de António Portugal .

Romance de aventuras
É uma das formas de tomar, e de ler, a História Fantástica...

Romance histórico
É uma das formas de tomar, e de ler, a História Fantástica... (Ver História de Portugal/História Contemporânea de Portugal )

Russo
Aliás, "russko". Técnico de Kino, porque trabalhou na Mosfilm, e foi trazido para Portugal, e, aqui, para a Exposição do Mundo Português, pelo "sénior Lopkes Ribkeiro". Preso pela DITA, por haver fósforos e gasolina e, cumulativamente, ser russo.

 

S

Sá da Bandeira
Figura homenageada pela estátua para cuja figura de "África" pousou a Preta Fernanda, uma das personagens da História Fantástica de António Portugal .

Sala das Taças, A
Episódio nº 32 do romance, no qual António Portugal tenta dar outro golpe na simbólica do oliveirismo, "sequestrando" as mais avultadas taças de um glorioso Clube de futebol.

Sátira
Uma das intencionadas naturezas da História Fantástica de António Portugal .

Sciarrone - Brigadeiro
Por coincidência, responsável pela Prisão do Castelo de Sant`Angelo quer quando de Scarpia quer quando de "O Sogro".

Século XX
Imagem portuguesa de fundo da História Fantástica de António Portugal .

Serrão, Prof. Valsassina
Historiador literário que integra o júri que julga, e imediatamente condena, António Portugal.

Sidónio
O Presidente-Rei. Personagem da História Fantástica de António Portugal .

Sidonismo
Mito e prática evocados na História Fantástica...

"Sinal"
Revista germanófila citada na História Fantástica de António Portugal .

"Sindicalista, O"
Figura simbólica de teatro de revista, em frequente despique com "O Republicano" e "O Socialista".

Sobrinho-neto
Informático e interactivado. Apresenta-se ao tio-avô António Portugal como "Art Pórtchugol".

"Socialista, O"
Figura simbólica de teatro de revista, em frequente confronto com "O Republicano" e "O Sindicalista".

Sociedade Portuguesa de Autoria Criminal (SPAC)
Anunciada entidade decorrente do sentimento quase unânime de preventiva culpabilidade no final do século XX/inícios do XXI.

"O Sogro" - (Mussolini?)
Será, de facto, Mussolini o portentoso "O Sogro", de um dos lances da História Fantástica de António Portugal ?

Sonho
O que - visto haver sonhos entrecruzados - também aproxima, das mulheres da sua vida, o protagonista da História Fantástica de António Portugal .

Spaniel
(Ver General Spaniel ).

 

T

Tabacaria Costa
Aquela que, entre outras actividades, vendia postais alegóricos do regime republicano.

Tâmara, Eng.
Chefe do governo dialoguista.

Tamiroff, Prof. Aquino
Condutor da acusação particular contra António Portugal, perante o colectivo que julga o protagonista deste livro, e logo o condena.

Tanque de guerra
Presença enigmática e explosiva num lance humanitário-bélico-preventivo da História Fantástica de António Portugal .

Teatro
Cenário de, pelo menos, dois lances da História Fantástica de António Portugal : aquele que é protagonizado por um Chefe do Governo, monologuista e quantificador e aquele que envolve um chefe do Governo social-dialoguista.

Tejo
O rio da aldeia maior da História Fantástica de António Portugal .

Televisão
Contributo decisivo para - embora não só - a inquietação paranóide que, no final do século XX/princípios do XXI, fazia/faz imaginar a todo e qualquer cidadão que o próximo carro celular em directo era/é o seu.

Tortura
Doloroso e delirante lance estatuário (e a "estátua" é apenas, da tortura, o começo) da História Fantástica de António Portugal .

Tratado de Versailles
O festivo fim que foi, para alguns, o raivoso começo, segundo a História Fantástica de António Portugal .

 

U

Ultras
Aqueles cuja zanga e cuja teima deram, a António Portugal, a ideia do disfarce para o rapto do Dr. Oliveira, conforme a História Fantástica de António Portugal .

 

V

Vermelha Cruz
Instalação hospitalar onde impuseram ao Dr. Oliveira que presidisse a fantomáticos Conselhos de Ministros, do que resultou ser ali nomeado ministro, e dos Transcortes, justamente aquele que o vinha raptar: o nosso António Portugal.

Volfrâmio-Volframistas
Minério-profissionais de plantão na antecâmara do Dr. Olveira, segundo o episódio nº 54 da História Fantástica de António Portugal .

 

Z

Zeppelin
Dirigível sobrevivente de uma apropriação republicana de bens imperiais alemães; tão visível da Terra como do Céu, era um dos orgulhos frequentemente transatlânticos do Dr. Oliveira.